Ataques digitais: como proteger sua corretora e como funciona o seguro contra hackers?

A tecnologia vem adentrando cada vez mais todos os tipos de negócios, especialmente com a chegada da pandemia em 2020, que fez com que as pessoas ficassem mais isoladas e aumentassem o seu volume de compras online. Empresas que ainda não tinham uma presença online forte, precisaram se adaptar para atender às necessidades do público em meio a um momento tão inédito da sociedade.

Porém, juntamente às praticidades que a tecnologia oferece, também cresce o número de ameaças virtuais. Para lidar com isso, é necessário estar atento às normas da LGPD e claro, investir em recursos que garantam a cibersegurança da sua empresa e dos dados de seus clientes.

Segundo especialistas, o principal ponto no que diz respeito a cibersegurança é manter o firewall, um dispositivo de segurança da rede que monitora o tráfego do computador, sempre atualizado. A cada nova atualização, os sistemas são aperfeiçoados, corrigindo erros e adicionando novos recursos, por isso, é essencial acompanhar suas reformulações.

Também é necessário gerenciar e controlar acesso e permissão dos usuários, já que isso evita que os dados fiquem vulneráveis, criando assim uma política inteligente e eficiente de acesso aos sistemas da empresa, de acordo com cada função.

Investir em um antivírus de qualidade, apostar em armazenamento de dados na nuvem, orientação do time de colaboradores sobre como armazenar dados e que tipo de cuidados ter com o acesso da rede da empresa são apenas mais algumas de diversas dicas que ajudam (e muito!) a proteger sua empresa de invasões hacker e vazamento de dados.

Falando sobre corretoras de seguros, além de pensar na segurança digital de si mesma, é preciso pensar em seus segurados. Segundo a Susep, a contratação de seguros cibernéticos cresceu 146% de janeiro a setembro de 2021 em comparação com o ano anterior e os prêmios para esse tipo de seguro chegaram a R$ 70 milhões. Mas afinal, como funciona esse tipo de seguro?

O seguro cibernético é uma proteção adicional às empresas, ou seja, uma apólice que visa amparar perdas financeiras decorrentes de ataques virtuais maliciosos e até mesmo incidentes decorrentes de erros ou negligências causados internamente na companhia, que resultem eventualmente em vazamentos de dados.

A tendência é que o seguro cibernético se torne ainda mais popular e a procura por ele cresça nos próximos anos. Logo, é ideal que o corretor que ainda não cogitou trabalhar com esse ramo comece a pesquisar sobre, para que reveja o portfólio de produtos da sua corretora e reconsidere a venda desse seguro. Afinal, ele pode ser a chave para a renovação da sua corretora!

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