ENS cria Grupo de Pesquisa em Inovação e Seguro

A ideia da entidade é realizar pesquisas, organizar eventos e estabelecer pontes com pesquisadores que possam contribuir para o aprimoramento do mercado

“O seguro não fica e nem ficará ao largo das inovações e das novas tecnologias que a sociedade deseja, portanto, queremos produzir ciência tão bem fundamentada que mereça ser discutida com autonomia, ética e mais pesquisa”. Com base nessas linhas mestras, foi criado, na última quarta-feira, 19 de maio, o Grupo de Pesquisa em Inovação e Seguro, ligado ao Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da ENS. O Grupo será coordenado pela professora Angélica Carlini, que deu a declaração acima no evento de lançamento do novo projeto, transmitido pelo canal do Youtube da ENS.

Ao abrir a cerimônia, o diretor de Ensino Superior da Escola, Mario Pinto, salientou que o mercado de seguros necessita de soluções e, por isso, desafia a academia a entregar algo que seja perene e não apenas uma palavra de ordem ou modismo.

“A nossa ideia de construção para este grupo é realizar pesquisas, organizar eventos e estabelecer pontes com pesquisadores nacionais e internacionais seniores, que possam contribuir para o aprimoramento da indústria de seguros neste momento de renovação. A Escola é uma imensa teia de relacionamentos nesta área de pesquisa. Por isso, é importante agregar pessoas que possam discutir com senioridade, que possam contribuir com o olhar maduro para este contexto de inovação”, declarou Mario.

Angélica explicou as três hélices fundamentais para o desenvolvimento da inovação: o Estado para regular, as empresas para demandar e a academia para pesquisar e desenvolver. “Somos, contudo, uma academia especial, que nasceu da atividade de negócios de seguros, e que, com essa atividade, se mantém unida desde 1971. São 50 anos de uma jornada conjunta entre empresa e escola e que permanecerá assim neste período de inovação”.

O Grupo de Pesquisa em Inovação e Seguro da ENS será composto por professores mestres e doutores, formando um núcleo rígido, para facilitar o diálogo com outros centros de estudos pelo País e pelo mundo. Entretanto, ele estará aberto a todos, pessoas graduadas e graduandas que queiram estudar de forma metodológica e sistemática os temas de inovação e seguro.

“Contaremos, especialmente, com o apoio dos professores, alunos dos diversos cursos de graduação, pós-graduação, MBA, programas internacionais, cursos livres, in company e profissionais de todas as áreas dos seguros. São todos muito bem-vindos. Tragam seus conhecimentos, suas experiências, dúvidas, seus questionamentos. É disso que precisamos para identificar pontos relevantes de pesquisa e avançar juntos com quem faz acontecer no cotidiano das atividades de seguro”, explicou a professora.

O diálogo e as trocas também acontecerão com outras entidades do setor, como CNseg, suas federações e sindicatos, Sincors, Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco (ABGR), Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA), Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS). O Grupo se relacionará, ainda, com centros de pesquisa das universidades brasileiras, principalmente os que mantêm laços de cooperação com a ENS, casos do Ibmec, PUC-Rio, Coppead, PUC-PR, PUC-RS, Unisinos, UniLaSalle e Universidade Presbiteriana Mackenzie. No âmbito internacional, estarão na mira universidades da Europa e de toda a América Latina que estudem temas de inovação e tecnologia.

Na prática, a ideia é que a equipe multidisciplinar se reúna a cada 40 dias para discussão dos temas e, a cada três meses, sejam promovidos eventos com professores pesquisadores, especialmente de outros países, como Uruguai, Peru, Colômbia, Argentina, Chile, Portugal e Espanha.

Não há pré-requisito para participar do Grupo. Todos que se inscreveram para assistir ao lançamento do novo núcleo receberão instruções para integrar a equipe. Para aqueles que não assistiram, o vídeo está disponível no canal da ENS no YouTube. Os interessados nas atividades do Grupo devem estar atentos aos principais canais de comunicação da instituição.

Fonte: Revista Apólice

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